O que temos a perder?

O que temos a perder?

Viver no medo é fácil… nascemos e desde então somos condicionados por ele. Difícil é sair dele. Sinceramente não sei se algum dia conseguiremos viver a entrega de maneira plena em todas as áreas de nossa vida. Temos necessidade de ter tudo sob controle e, se possível, controlar os outros também… rs.

Vivemos boa parte de nosso tempo tentando entender, não nos permitindo ações espontâneas. Temos na verdade reações impulsivas a fatos que nos pegam de surpresa. E reações não são de fato escolhas. A escolha acontece quando nos posicionamos de acordo com o que acreditamos, com o que é verdade para nós. Se deixamos de ser verdadeiros no posicionamento é porque mais uma vez o medo assumiu o controle.

Medo e fé são sentimentos opostos. A base da fé é a entrega, já a do medo é o controle. Onde há controle não pode haver entrega e vice-versa.

Talvez por isso a frase do Neale Donald Walsch “Quando você jura seu amor mais sublime, enfrenta seu maior medo” faça tanto sentido. Temos medo do amor e temos medo de amar!

Temos tanto medo que nos permitimos viver o medo o tempo inteiro, antecipando (e o pior, projetando) situações e acontecimentos que geram uma carga emocional tão grande, que aqui, neste mundo de matéria e polaridade, acabam tornando-se realidade. E aí continuamos no ciclo do medo de maneira ininterrupta.

Chegou a hora de vivermos o outro lado… o amor. Pra iniciar a mudança de um pensamento, um padrão ou a percepção de uma situação, basta focar o emocional (a mente não conta) por 7 segundos. Que tal tentarmos? Afinal, o que temos a perder é o medo!

life

 

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